segunda-feira, 31 de março de 2008

A Espada da Razão!...

O que eu Quero

Sim! o que eu quero é lhe trazer algo como um orgasmo intelectual...
Quero lhe perturbar as idéias...
Beliscar lá na parte mais sensível de tua imaginação e memória...
Quero fazer-lhe sorrir e chorar ao mesmo tempo!
Transmitir o simples e o complexo também simultaneamente...
Cantar desafinadamente afinado em teus ouvidos...
Os Ouvidos da razão!
Quero transportar-te a vários mundos diferentes, com a intenção de chegar a apenas Um...
O mesmo do qual acabara de sair, ao adentrar no primeiro império de minhas linhas fictícias...
Quero beijar a beleza por plenitude!
Mas logo virar o rosto para não passar pelo constrangimento de encará-la nos olhos após um ato tão (considerado por minha índole subjetiva) importantemente significativo.
Quero golpear bem na boca do estômago de teu maldito "ócio" mental...
Retalhar com a "Espada da razão, as intempéries que sua falta de controle emocional lhes traz.
Sim! o que imagino é um mundo "bem diferente" deste, o qual nunca se sabe por quê as coisas dão errado (apenas especula-se, especula-se, especula-se...).
Quero fazer nevar no deserto mais fumegante.
Incendiar as colinas mais frias do pensamento humano.
Trazer de volta o cheiro tão orgânico dos velhos carvalhos europeus...
E o sabor puramente mineral das antigas minas...
Quero conceber asas a quem tiver vontade de voar mais e mais alto com o pensamento.
E dar espada a quem tiver coragem de lutar pelas próprias idéias...
Mas é claro! há um escudo de "brinde"; para cada espada que eu dou!
O escudo é a "própria" espada consedida:
E esta espada foi batizada por aqueles que sempre fizeram uso da mesma
...
...

..Razão!

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