terça-feira, 4 de março de 2008

Flocos de desesperança


Ah! por que me olhas assim oh! serena manhã?!
Por que não ignoras minha presença obscurecida pela dor existencial?!
Ah! por um instante imagino que o sol irá brilhar somente pra mim...
Quando de repente sinto que a escuridão da noite será sufocante... somente para mim!
Num instante e... nada mais importa!
Vida...
Felicidade...
Tristeza.... Morte!
O que for pra ser, que seja!
Assim me é dado pensar nestes momentos.
Ah! como queria entender uma minúscula partícula de minha existência...
Como gostaria de ter em mãos algo de certo e imutável.
Algo que fizesse nunca mais me preoucupar...
Mas você não vêm...
E você não parece existir para mim...
E você nem ao menos mente que existe...
Nem ao menos finge ser o meu estereótipo perfeito...
Ah! maldito perfeccionismo ideológico....
Mas as vezes te amo tanto!
Me perco nesse lamaçal emocional...
Tentando nadar para fora da agonia, de se estar no incerto labirinto
das palavras indizíveis!

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