sábado, 5 de abril de 2008

Cinzentamente...

Céu cinzento...
Dia frio... Tudo nubladamente enfadonho...
Triste e preguiçoso acordar da cama...
Junto ao despertar: um pensamento; uma memória que insiste em ficar!
Um rosto, um olhar!
Ela!
Por que?
Sempre há um "ela" no decorrer dos anos de minha vida.
Sempre um desânimo.
Por que?
O que posso eu fazer por mim mesmo?!
Hey! aceita um café!?
Por acaso tem o destino parte intencional em nosso encontro ocasional?!
Você...
Ah! não importa!
O que vier, é o que tem de vir!
Desânimo total, talvez por uma disfunção fisiológica...
Neuroquímica...
Ah! como é triste não saber o porquê!
Hey! aceita conversar por aí?!
Caminhar?!
...
Quem sabe...
Ah! maldita necessidade sociológica...
Por que não consigo ausentar-me da regra biológica?!
Oh! maltidos neuropeptídeos que se descarregam justo quando deveriam
estar em repouso, estáticos em meu hipotálamo!
Fiquem quietos, da próxima vez em que eu estiver próximo daquilo que os faz despertar a síntese neuroquímica!!!
Quero apenas estar de bem comigo mesmo...
E se não conseguir entender certas coisas...
Talvez isto signifique um imenso problema em minha existência...
...
Tocar teus lábios e sentir o calor do teu abraço seria um bálsamo para meu espírito perquiridor, perscrutador de razões!
Oh! céus!
Tragam-me.... a..... tsc tsc...
Smcaks.....

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