domingo, 29 de junho de 2008

Sentimentos


Por onde quer que eu caminhe...
Aonde quer que eu me encontre...
Não importa, ela ainda está lá em minha mente... Em meus sonhos...
Algo que brotou em meu coração...
E que agora não dá mais para simplesmente arrancar!
Uma rosa azul em minha mente!
A rosa que eu toquei suavemente...
E que me fez voar até à Lua, numa pira onírica realista!
A centelha que incendiou meu interior num amor profundamente construtivo, criador de poemas e canções...
E qual será nossa canção?!
Ah! não posso ouvir ainda...
Ela não cantará para meus ouvidos, não ainda...
Para ela isto tem muito valor, pois é algo que se vê guardado para outro período, outro momento...
Mas... agora que entendo...
Não vou questionar; nunca mais!
Não ousarei perguntar, pois já compreendi!
Agora, sim, Vou caminhar, e é isto, tudo o que me resta a fazer!
Por onde nós devemos ir, é algo para se refletir, e pensar a respeito. Só que não importa quantas milhas tenhamos que percorrer, se for para ter uma história feliz pela frente!
Não importa quantas coisas tenhamos de superar, se for para sermos Um!
Não me importa o mundo...
Nada, nada, nada!
Não quero um orgulho ácido...
Não quero ódio em meu coração...
Não quero verter por minha face lágrimas indecisas, leitos por tristezas de causas infundadas...
Não!
Simplesmente quero sorrir com esta canção...
E cantar junto, se for possível!
Nós somos os verdadeiros filhos de Deus, e não há preconceito existencial, entre cada um aqui, nesta esfera azulada chamada Terra!
Ah! e como é bom assistir ao espetáculo de um sorriso da pessoa que se ama!
Como é prazeroso contemplar a felicidade vinda de seus olhos!
Tudo isto funciona como um bálsamo para o coração, para o espírito, para tudo em nossas vidas!
Sim, pois isto cura nossas feridas passadas, e qualquer outra coisa ruim que possa ter nos acontecido!
Porque nós somos seres que amam...
Que constróem, que destróem, que ajudam, que atrapalham... Mas, acima de tudo, seres que tem a capacidade e possibilidade de serem felizes no verdadeiro "Amor"!
Tudo o que digo não passa de grandiloqüência, de uma forma de antecipar o que quer sair voando de minha boca para o vento:
Oma et ue; Aicitel!

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