quinta-feira, 14 de agosto de 2008

The Destiny


Por mais que se queira "parecer" transparente (falo das pessoas profundamente sentimentais com a existência, um deles = eu) para com os outros, não se consegue obter o êxito necessário para fazer-se satisfeito consigo próprio!
O que acontece então?
Somos o caos por fora; e, por dentro, enigmáticos, filosóficos...
Torturados pelas próprias convicções, encarnadas em nossos corações!
Somos poeira estelar! E vivemos prontos para gerar uma estrela com nossa explosão emocional, a qualquer momento!
Quanto mais profundo se é, mais se quer esconder esta profundidade com uma máscara que nos faça parecer rasos de espírito.
É tudo baseado na espectativa, no medo, no apego, no prazer, na recompensa...
Mas aqui, neste abstrato lugar, encontrei um caminho de entrada...
A entrada para uma nova perspectiva, e uma nova sensação.
Somente neste espaço posso mostrar uma carta que não utilizo enquanto jogo "lá fora".
Meu Zap está nas mãos agora, só agora...
E descobri que, apesar de tudo, e de todas as palavras (até aqui) ditas...
Nada importa, se continuar na mesma direção.
Então, o platonismo continuará por mim, até aonde esta força maior quiser flutuar.
Para mim, não tendo que dizer "kuso" ao acordar, já estará de bom e agradável tamanho...
Se o imperativo ideológico for o suficiente para sustentar este templo...
Templo do meu espírito, então assim caminharei em direção ao Oeste...
Indo por entre a maior diversidade de caminhos..
Florestas, cavernas, lagos e riachos... lama, espinhos; não importa como...
Para viver, é necessário aceitar a tempestade quando ela vier...
Porque os momentos de sol serão mais apreciados ainda...
E respirar no cume de um penhasco é divino, se caso estivermos equilibradamente em paz!
Fé!
Amor!
Esperança!
Escrevo porque isto é como uma espada para quem não vive numa época de cavaleiros!
Que venha o destino!

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