sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A Jóia Preciosa


Ahhhhh!.... Ehh..... Ihhh..... Pois é.... são 23:53.... 08/08/08... he he, doidera! Mas é hora de Sleepar!

...

Lá nos meus sonhos, eu te vejo, eu te toco, eu "tenho" você comigo, sempre ao meu lado.
Nos meus sonhos noturnos posso entender tudo, e não preciso perguntar nada, absolutamente nada, porque as coisas que lá acontecem já são o suficiente para nós dois.
Vivemos a simplicidade no amor, e na comunhão com o que há de belo em nosso meio, esse afeto mútuo.
Nos meus sonhos, me deito contigo num gramado, como naquele verde prado próximo ao lago cristalino, que idealizávamos quando naquelas looooongas conversas...
Nós somos estranhamente ligados, como um enigma interno, que jamais falará o porquê.
Queria deixar minha marca lá nas estrelas, mas estão distantes demais para mim, por isso, deixei na "Lua" o meu sinal por ti, e lá depositei o símbolo do meu amor por você.
Realmente nunca imaginei sonhar daquele jeito...
Foi tão bom quanto um sonho do qual se espera acordar!
Nos meus sonhos noturnos, eu podia contemplar-te sem precisar olhar pro relógio, sem hora marcada...
Podia tocar... Cabelos, rosto, mãos, lábios.... Podia dizer bem baixinho, sussurrando nos ouvidos, aquilo que somente quando se está submerso numa maré de fortes emoções agente diz!
Pois é! Pois é!
Ah! vida! como é estranho o quanto acontecem coisas que nem imaginamos em nossos dias.
Pode ser que amanhã eu morra sonhando com isso, ou que tudo se transforme num pesadelo, por não conseguir escapar da agonia causada por um Hollow entre nós...
Mas a verdade é que é um sentimento tão profundo, tão precioso, que dá muita tristeza deixá-lo partir como uma pérola que se solta ao mar, esse oceano do nosso destino!
Minhas mãos seguram meu sentimento como uma safira preciosíssima...
E eu grito: SOLTA! SOLTA!
Mas ela treme, palpita, bate forte o coração!
Sim! É muiiiiiito pesaroso, é dificílimo!
Tanto quanto soltar um papagaio o qual durou muito tempo para ser construído, e depois deixá-lo flutuando aos céus, soltando assim, a linha que o mantinha diante dos nossos olhos, no azul profundo.

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