quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Blá blá blá....

Nós seres humanos somos muito complicados de se entender.
As vezes dizemos coisas da boca pra fora, e ferimos uns aos outros; e as vezes não dizemos nada, mas respondemos por mil perguntas!
Não sabemos como agir; ou pensamos que sabemos; mas na verdade o que importa, geralmente não é o que se vê acontecendo por aí.
Dotados de ganância, cobiça, inveja, ambição... A maldade parece nos perseguir!
Somos assim desde que o homem tomou consciência de si próprio no mundo.
Céus! por onde caminham nossas mais preciosas virtudes?
Aqueles talentos divinos nomeadas pelos gregos e antigos pensadores da terra?

Tudo o que se nota ao redor é uma grande corrida, onde o indivíduo que dera a largada com o maldito estouro da mais poluente pólvora: "O Capitalismo"(versão brasileira.... Álamo! rss)
Sim! vivemos à mercê deste bicho! Desde demônio! E se quisermos sobreviver num mundo tão sedento por sabe-se lá o que... É necessário correr ao lado "dele".
Infelizmente, como foi dito, estamos sujeitos aos poderes e aos domínios desta quimera criada de homem para homem; ou melhor, de ambicioso para humilde.

Onde vamos parar?
Com toda esta corrida, chegamos a um ponto tal que foi capaz de destruir "boa" parte da natureza (e pra quê?)...
O homem não vai mudar nunca!!!
E pra acabar de lascar, nós, os "românticos" por natureza, sofreremos com tudo o que nos vêm à visão, deste lado da coisa (as tranqueiraiadas da vida)...
Nos condoemos demais com tudo isso e, Ah! "como" gostaríamos que fosse um pouquinho mudado, pelo menos.

No amor, xiiiiiiii... nem se fala!
Agora vivemos numa novela enlatada! Tudo é artificial e não tem mais os valores que antes tinha.
O beijo se perdeu do verdadeiro " sentido" de beijar...
O abraço perdeu (no namoro) o sentido de abraçar...
Agora... Não existe um namoro praticamente! Salva exceções.

O ser humano mudou as formas de se viver na terra com o passar das eras.
É tudo como uma viagem de trem. Nós, pensadores, somos aqueles que olham pela janela, mas ainda pela janela traseira do vagão...
Ah! e qual não é nossa decepção existencial perante o próprio homem!
Mude! Mude!
Mas não mude para este fim!
Mude as maneiras de se dançar, de se cantar, de se pintar...
Não mude as maneiras de se poluir a terra!
Chega!
Queria preencher o vazio...
Mas certas coisas "Não" tem explicação nesta vida.
Que o diga Voltaire...
Que o diga Sócrates...
Que o diga Aristóteles...
Platão...
Nietzsche..
Kant...
Heidegger...

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