quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Era uma Vez na Lérica Inércia


A manhã já havia se passado e a tarde começava o seu percurso cotidiano. O Café Bar continuava com seu número mediano de fregueses de todos os começos de tarde; e a cidade parecia preguisosamente caminhar a lentos passos comércio a fora.
No Café, numa das mesas daquele recinto, de cinco em cinco minutos alguém olhava para o relógio de seu pulso direito, já escorregadio de suor perante aquele calor típico dos dias quentes de verão; e à medida que o tempo ia passando, naquele entra e sai de clientes, com a típica balbúrdia de locais públicos, seus dedos tamborilavam na mesa enquanto uma chícara de café esfriava intocável bem diante de seu corpo estático. Parecia preocupadíssimo com algo.
Foi quando de repente surgiu diante de seus olhos, cansados de esperar, a figura de uma criança, uma menininha.
Parecia ter mais ou menos dez anos, e trazia nos braços um ursinho de pelúcia.
Sorrindo como alguém que cumpriu uma missão de criança ela falou:
- Terminado titiu! Ele pareceu ter esquecido a expressão preocupada e esboçou um sorriso que foi crescendo, crescendo, crescendo...
- Ahhh! que maravilhaaaa!
Ana! Anaaaaa!
Você conseguiu minha querida!
- Sim! Sim! Titiu Alberto! O vovô me ensinou bem como fazer!
Comemoravam... mas o que?
O que o suposto tiu da garotinha aguardava?
...
(não percam, até eu ter idéias pra terminar continuar isso)

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