terça-feira, 28 de outubro de 2008

Antropologicamente - Visão de Mundo


A Antropologia é a ciência que estuda o homem em todo o seu aspecto - seja de ordem biológica ou até mesmo história em geral.
Segundo este estudo, para entender (no presente) um pouco do que somos (e como somos), é necessário olhar um pouco para trás, ou seja, para o passado da humanidade. Assim, pelas lentes da antropologia poderemos observar a vida humana com total abrangência analítica, ou melhor, "sem fronteiras (preconceitos) sobre os demais costumes e tradições dos povos de cada nação e época.
É por não se restringir à nenhuma doutrina (além da doutrina da busca pelos objetos da cognição), que o antropólogo está apto para se dizer livre (por) sobre as crenças e fundamentalismos de cada cultura.
Seja de cunho "religioso, científico, popular, esotérico, ou qualquer outro, a antropologia analisa e procura vincular os detalhes que modificaram a história em seus demais processos evolutivos (se é que assim podemos afirmar) com o presente e, calcular um futuro promissor para a humanidade.
É dever do antropólogo, como ser pensante e analista de culturas humanas, apontar os equívocos sociais e de teor preconceituoso entre os que nesta terra respiram.
Eu, mero amador (mas amante) das ciências e das sabedorias das páginas das grandes obras, ponho em questão muitas coisas que acontecem com nossa humanidade atual. Observo detalhes que não parecem fazer diferença (em termos de verdade) entre os homens:
Princípios fictícios, pseudo-verdades, atos baseados em emoções fanaticamente apaixonadas, são coisas que "ainda" movem o mundo, infelizmente; acuso coisas como "suicídio [com nome de devoção a uma entidade], vetação de atitudes em cima de ideais injustificáveis, enfim, tudo aquilo que não é baseado em uma razão de causa e consequência verídicas e realmente práticas".
Pergunto quando será que o homem deixará de se basear em um princípio infundado para agir perante a existência que se estende diante dos seus olhos.
Nós temos muito o que aprender ainda. A terra ensinou seus filhos a manipular a matéria a favor da cobiça e da ganância humana [o que deveria ser para o bem, para o enaltecimento e demonstração "possibilística" das nossas virtudes]; mas tudo isso tem um preço...
Claro, não é de imediato que a cobrança virá!
A terra permite um bom tempo para "reflexão" em torno de certos atos dos homens: desmatamento, extração desenfreada.
O que importa para mim hoje?
Ora! com a idéia da antropologia, só queria convidar você a caminhar neste pensamento (um tanto generalizado) para flexionar a vida um pouco mais.
Caro leitor, a vida é tão bela, se assim o quisermos. Há coisas manipuláveis, e coisas no máximo aceitáveis e não mutáveis, mas, o que importa, é viver de bem consigo próprio e com o seu meio.
Somos alvo das circunstâncias existenciais peculiares a qual nos encontramos no momento em que passamos do não-existir ao existir, ao "vir" a este mundo.
E como não temos o poder de decidir se queremos ou não vir a este universo, cabe, ao nosso bom senso, analisar a melhor maneira de se chegar ao dia do sono profundo da morte.
O que sentimos ao ouvir a palavra morte deveria ser diferente, esse conceito precisa de uma reciclada visuo-analítica em termos presentes (e olha que já mudou bastante hoje em dia).

Por isso, convoco-vos a atentar para este raciocínio:

É preciso viver sabendo que: há coisas que SÃO-como-SÃO e ponto final!
Há coisas que não mudarão, nunca!
Há coisas que desaparecerão sempre que permanecerem um tempo por aqui...
E...
Há coisas que mudarão nossos mundos sempre!
E uma coisa importante: o Amor em nosso coração é TUDO!

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