sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A Cura do Amor


Foi mais ou menos assim:
Eu já estava praticamente perdido, solitário, abatido, triste, desanimado, desentusiasmado e frio de espírito...
Meu coração, ao não resistir o calor da batalha dos dias, era a erva do campo que se secava, do calor escaldante do sol dos meio-dias da vida...
E assim foi desde quando eu havia desaprendido a sonhar com o futuro, com as coisas boas da vida, e com um certo "encontro" (o qual agora tenho para dar testemunho) com um amor de verdade, e também com minha velha Fé, que como conseqüência da alienação dos anos perdidos havia se esfriado também...

Por causa da batalha em se manter firme uma nova idéia, um novo sonho, esta "missão" que o coração se deu, e que me levantou e retirou das trevas onde eu me encontrava submergido...
O amor que brotou, aqui dentro de mim, obrigou meu espírito a se reacender numa nova chama, capaz de curar [ através da força do próprio amor, e da necessidade de expressá-lo] este coração.
Agora estou amando, sonhando, lutando, me encontrando ao me perder nela...
É a melhor sensação do mundo!
Amar!
Ser amado!
É tudo o que alivia os fardos da alma!
Nossa, é tudo!

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