quarta-feira, 17 de junho de 2009

Aquilo


O sol desponta no horizonte. Empunhando sua afiada espada de Titânio, ele caminha rumo à batalha. É mais um dia normal de sua guerra pessoal e diária; contra os espectros do medo e da dor.
No deserto de cada dia, a areia flutua ao balançar dos ventos do destino. Névoa cinzenta que circunda seu corpo esguio. Seu semblante demonstra a natureza de alguém que mais uma vez fará algo ordinário para si mesmo.
Mas ele quer extrair algo novo agora.

De repente, ao soerguer os olhos na direção do sol... Franziu o senho por um segundo e...
Uma nuvem interceptava os raios matinais.
Mas por que a alteração expressiva agora?
Alguma coisa havia lhe acontecido naquele instante?
Um pensamento lhe sobrevinha à mente?!
Uma águia cruzava o zênite celeste e opala...
O vento cantava uma sinistra canção aos ouvidos dos mais medrosos.
Se você puder imaginar, tente.
Ele viu!
Ele presenciou!
E... Somente "ele", pode ter a certeza:



"Aquilo" realmente existe na terra!
...
(Final da Pt 1).

(...)

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