quinta-feira, 25 de junho de 2009

To Be!


Um garoto com uma rosa nas mãos
Esperava por alguém na estação
A estação do amor
As horas se passaram até tarde...
E o amor de seu coração pareceu se perder no vazio
Não havia mais para quem entregar aquela linda rosa
Pétalas vermelhas de poesias
Todas brotadas no fundo de seu coração

Um segundo de desesperança e...

Eis que uma garota com outra rosa nas mãos surgiu
Como o sol que por detrás das carregadas nuvens cinzentas da tempestade aparece...
Surgiu cintilante diante daquele desértico coração...
Ambos trocaram suas rosas e ofereceram-se em consolo um ao outro...
Abraçados, se entreolharam amenamente, até o silêncio dar à luz um suave beijo!
Eis que surge o poético do simples e real.
O superficial se torna extraordinário quando se está nesta perspectiva!
E um coração segurado pelas mãos do outro...
Assim deve ser um verdadeiro amor!
Que seja assim, para que a Filosofia do amor não se perca definitivamente deste mundo!
O amor é doação, e sentir vontade, é deixar-se voar, é pensar no porvir, e criar o sorrir!
Amar é brotar-se denovo à cada manhã...
Numa nova maneira de se dizer a mesma coisa...
Amor!
Iuorhtseai Karine... my darling princess!

Não sei por quanto tempo Deus permite à tempestade castigar o prado de um coração...
Não sei por quantas eras este mundo será assim, tão competitivo e as vezes tão insano...
Não faço ideia de com quantos paus se faz uma canoa...
Mas quero que a verdade do amor sempre paire sobre nossas vidas. E que nossos corpos possam sentir verdadeiramente o amor, no pleno sentido em que os anjos admitem para levar bons relatórios escritos ao nosso Senhor, em Seu Trono.
Quero que a rosa que brotou de nossos momentos juntos seja cultivada como uma planta sagrada. E que nossos bons devaneios ornamentem nossos dias mais incolores. Que nossos pesadelos sejam presos no cárcere de nossos sonhos mais lindos. E que nossas vidas encontrem, pouco a pouco, dia após dia, fortes correntes que possam prender as coisas boas ao nosso redor. Que seja tudo lindo (dentro das nossas possibilidades humanas).
Que seja forte como o aço forjado e temperado...
Que seja sutil como as pétalas da roseira...
Real como nossos próprios olhos que vêem a aurora dos nossos anseios mais profundos...
Que seja tudo de que precisamos...
Suficiente para dizer...
Pra cantar...
Declamar...
Sorrir...
Chorar de prazer e alegria...
Euforia por viver um teatro realístico...
Na peça que Deus escreveu para dramatizarmos um belo romance...
JKL está sequencial no teclado, e isso é legal também (dedinho)!
FGH fora o nosso... mas esse fica pra algum trio ai que não tão perfeito quanto o nosso.
Meu bem querer...
Minha princesa...
É pra ti, e são por ti estas palavras.
Obrigado por entrar em cena comigo!
Demos o nosso melhor!
A platéia no céu está atenta com pipocas e refri...
Nós podemos fazer disso tudo um sonho real!

Dançar!?
(
E a mão direita se estende para ela ao iniciar de uma valsa ao vinil)

Um comentário:

K. disse...

E a mão direita dela se estende para que toque a dele. Um pouco trêmula, talvez com medo ou - melhor - com aquilo de inquietante que se deixa mostrar na ponta dos dedos. Não troquemos as rosas por inteiro, mas sim durante a valsa. Permita-me encostar meu queixo no seu ombro e descansar, é aí que (misturando-se o sonho ao real) uma ondinha do meu cabelo vai-se deslizando sobre meu rosto, assim também será a sequência de pétalas trocadas uma a uma até que não fique mais nenhuma minha na haste, mas estejam todas as suas organizando-se em um novo ventre floral.Assim também vou entregando meu ----: junto de cada pétala, vai-se também a partinha do coração que a guardava, vai-se mais um pedacinho... Encontrando um abrigo acolhedor, recusa-se a voltar a casa e isso é bom. Isso é inexplicavelmente bom. É sumariamente amor. Se não o for, encontre um sinônimo e diga-me, por favor.