quarta-feira, 15 de julho de 2009

Amar com as Palavras


Quem é esse que as vezes chora
Que em prantina caminha sob edifícios
Silencioso paira sob as copas das palmeiras
E desanimado reflete-se no espelho do mar?
É o tempo, meu amigo, o velho tempo...
De todos nós trabalhadores dos talheres
Hoje vemos, e dizemos coisas
Que o mundo acusa
As vezes boas
As vezes más
São coisas que o tempo muda de valor

E o homem cria seus valores
E acredita piamente neles
Enquanto o silêncio do tempo
Vai pairando por sobre nossas carcaças

Tem gente leiga neste mundo...
Mas o tempo passa e cria os valores
Que o presente sempre terá
Hoje, o presente mostra o que importa (entre aspas) à sociedade!
E o amor?
O Amor?
É... o Amor!
Ah...
Só os românticos entendem e...
Amam com as palavras!


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