segunda-feira, 14 de setembro de 2009

De uma saudadezinha circunstancialmente corriqueira


Além de falar um pouco sobre o evento no qual estive participando neste final de semana, não poderia ficar sem falar sobre algo que também esteve (boa parte do tempo) em meu coração.
Ah! sim, amor! É de ti mesmo que estou a comentar agora.
Desde quando ainda partia de Paranavaí já sentia uma pequena saudadezinha (do tipo que sempre bate no peito de quem está deixando, ainda que temporariamente, o seu lar, e o seu amor). É, e em alguns momentos, lá em Toledo mesmo, ficava pensando em como seria bom, legal, divertido, enfim, como seria prazeroso poder contar com a tua presença num lugar e eventos como aquele.
Ah! e num dos bancos amadeirados universitários, acariciar-te os cabelos e o rosto...
Sentindo a brisa a dois. Curtindo os momentos, juntos. Ah! como seria bom. E senti saudades de ti. Queria te abraçar, te beijar; conversar sobre as pregações, sobre a vida, sobre a cidade, sobre os deliciosos e diversos bombons (à R$ 1,50 cada) da garota que vendia-os à porta de entrada.
Ah! amor...
São poucos os momentos em que passamos juntos. Talvez não tenhamos ainda nos acomodado nesta parte.
Talvez o tempo certo de acontecer certos momentos que imagino ainda estejam por vir. Talvez muito próximos, talvez distantes... Enfim, com certeza vamos aprendendo um do outro com o passar do tempo. E só assim podemos dizer quem somos, quando juntos. Não dá para saber nada sem deixar que o tempo sobrevoe uma relação amorosa e dite as reações químicas de sua passagem sobre o par.
Bom, a saudade foi chata de aturar durante esta viagem, mas cá estou, de volta à Paranavaí, pronto para mais uma semana de aula, de labuta, de vida.
E contigo, espero que seja uma boa jornada, abençoada e repleta de aprendizados.

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