domingo, 3 de janeiro de 2010

Do Amor.... não amor

No momento não me sinto competente linguisticamente o suficiente para expressar o que é o Amor (e não amor) para mim! Na verdade nunca refleti o bastante para chegar a uma definição plenificada do significado máximo que esta palavra tem para a minha pessoa.
O que gostaria de deixar claro aqui é o fato de que Deus nos possibilita conhecer a pessoa certa para casar, mas não garante uma relação de paixão romãntica acentuada.
Conclusões tiramos após nossas experiências, na práxis mesmo; e por isso, baseando-me nas minhas, digo que é tudo uma questão de "dar certo de um jeito (biologicamente) ou de outro (intelectualmente).
Em resumo, preciso passar pelo menos três anos acentuados contigo (sem delongas ou distâncias que fazem desconhecermos os piores defeitos um do outro) para poder dizer em qual categoria de amor estamos relacionados.
Temo que, após a tua partida para Curitiba, nunca mais nos relacionemos adequadamente (em termos de qualidade de tempo) para ''sabermos'' se somos realmente compatíveis para uma relação que dure até o sono eterno, rumo à velhice.
No mais, continue sentindo o que eu também sinto:
O gerúndio do Amor. E não façamos do nosso presente um subalterno que serve ao futuro. Pois a vida é como as ondas do mar. Por isso, façamos deste presente um Presente de Deus. Só assim viveremos contentes conosco, com a vida, e com a natureza em nós.

Um comentário:

K. disse...

Ahh, querido, você diz de "qualidade"? Talvez nos falte quantidade, tendo qualidade, a quantidade será um detalhe.