quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Falando sozinho


Sabe, eu tenho um amor. Um amor que lê o que escrevo, que me ouve, que me olha (às vezes) "sem objetivo", que me faz pensar que tenho um Amor.
Ela é a materialização da brandura. Da paz. Da puerilidade coracional. E se mais gente soubesse de nossa relação, com certeza aumentaria o escopo de olhos-gordos em cima da gente. Simplesmente porque eu tenho um Amor.
E esse Amor não é brincadeira não. Vivemos de planos "abstratamente concretos". Sim. O Amor que desfrutamos cresce qual viçoso carvalho que precisa de certo tempo para adquirir a força e robustez que lhe é necessário à característica adulta.
Sabe, às vezes não tenho (ainda) a verba necessária para presentear como idealizo o meu Mor-zim.
E às vezes penso tantas coisas que poderia fazer junto dela. Mas logo teremos tais momentos divertidos.
A vida segue seu fluxo e não quero que seja diferente. Quero fluência e naturalidade em tudo. Nada de artificialidades amorosas. Porque devemos viver um amor maduro e cheio de alicerces .
Nós com certeza fomos indicados por Deus um ao outro. E nossos anjos da guarda nos fizeram conhecer um ao outro num grupo de jovens "igrejístico".
Nada melhor.
Nada mais "sugestivamente" Divino!!!
E aqui estamos nós. Amantes do tempo. Degustadores de belezas. Caçadores de sentido e equilíbrio. Buscamos a vida. Buscamos a arte. Buscamos o Amor. Buscamos tudo em Deus.
Sejamos unos. Sejamos rei e rainha (futuramente). Construamos nosso castelo na base pedregosa de um bom alicerce cristão. E sejamos felizes tal como Cristo nos quiser fazer.
E "sei" que Ele jamais decepciona os seus "buscadores".
Consultemos-lo.

4 comentários:

K. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
K. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
K. disse...

Hm...
Então um certo rapaz tem um Amor aí?
Sabe que certa feita uma borboleta pousou em um fio de cabelo esvoaçante de uma donzela falando consigo mesma e em sua linguinha vibrante (da borboleta) balbuciou no ouvido dela um dialeto que não permitia entender, mas fê-la sentir que no vento de seus cabelos, O Canto do Vento estava afinado e cantarolando luz que no leito do Amor a dama se sente feliz por ter seu cavalheiro ao lado abraçando-a e beijando-a como se o amanhã não existisse e não houvesse nada mais prazeroso no mundo a ser feito. Então, ambos se olham, se afagam, se amam sem fim.
A donzela Ama o príncipe e eles querem ser felizes como os bons cristãos buscam ser, querem a companhia do outro até o anoitecer do Dia.

K. disse...

PS: Ammbos os recados excluídos acima eram meus, são os 3 o mesmo, mas com alguns ajustes.