sábado, 27 de março de 2010

Obs:

Difícil é me enquadrar numa escola literária: sou todas e, possivelmente, nenhuma delas às vezes!
Quando respiro, simbolicamente, por exemplo, inspiro num momento literário aqui e, ainda no mesmo fôlego, expiro noutro momento literário ali, em minhas expressões - poéticas ou não.

Mas isso deve ser uma questão de inconstância moderno-literária atual. Afinal de contas estamos numa época dita pós-moderna de literatura.
E óbvio é que o presente sempre será denominado moderno. Então fica esta observação de que, nos ditos meus, passeio por todas ou nenhuma daquelas fases.
Não é possível definir o presente que ainda não chegou a um ponto fixo historicamente. É do passado que falamos com maior certeza e clareza conceitual. O futuro está fora de análise neste caso. E assim fico aqui, pensando em minhas conjecturas tão particulares da existência. Sofrendo minhas intempéries idiossincráticas às vezes. Regozijando-me com minhas próprias conclusões noutras oportunidades... E assim vai...

3 comentários:

K. disse...

Obs da obs: Foi so uma tentativa descompromissada... Eu sei que enquadra-lo num padrao ja existente seria algo impossivel, voce e unico, amor!

Leandro Vieira disse...

Ou é muito óbvio a minha intenção em certos posts, ou vc é minha alma gêmea, amor!
Vc conseguiu capitar (até agora) todas as vezes em que decidi escrever por causa de alguma coisinha que vc disse e que inspirou-me. Ou seja, vc "sabe" do que escrevo e "pq" escrevo... (e "pra quem" escrevo, sempre)

Por isso...
T
E

A
M
O

K. disse...

Bem... So fica obvio para quem e alma gemea, como um problema de matematica so e obvio para quem gosta da materia, assim, um texto seu e obvio pra mim, amor.