quarta-feira, 7 de abril de 2010

Linguagem Amorosa

Lendo "As Cinco Linguagens do Amor", descubro certas coisas interessantes.
Casais e mais casais que reclamavam de certos atributos "negativos" em seus casamentos, em seus parceiros, encontram uma nova maneira de ser e interagir uns com os outros; o que permite uma nova atmosfera matrimonial para marido e mulher.
Ora, se para nos comunicarmos precisamos de uma linguagem, isto é, veículo de comunicação (uma língua por exemplo), é necessário também uma linguagem para o amor quando se fala de namoro ou casamento. Pois nosso coração sempre tem emoções e sentimentos para transmitir - e ai é que entra a "forma de transmissão"-.

Percebo agora que, sobre este assunto, muito tem a ver com a educação parterno-materna, social e, antes de tudo talvez, genética.
Cada ser humano possui em si um "sistema" comunicativo particular no quesito "Amor". E sendo assim não podemos generalizar na hora de teorizar sobre um método de expressão de amor perfeito. Não se pode dizer que "isto" ou "aquilo" é bom para Todos os homens ou para Todas as mulheres.
É interessante notar que tive problemas de comunicação amorosa desde o início e não havia percebido a causa dos probleminhas. Agora sei: é uma ''questão de linguagem''.
Tenho minha própria língua coracional e ela tem a dela. Mas também tenho dialetos particulares e ela, do mesmo modo, possui os de sua idiossincrasia.
Como, pergunto, poderemos nos entender "perfeitamente"?
Impossível haver concórdia em TUDO. Isto é utopia e é infantil para quem assim deseja.
Todos precisam entender que a vida não é um conto de fadas (deixemos isto para os próprios contos, pois eles só existem em favor de ausências em nós).
É bonito enxergar a realidade da vida e, mesmo assim, acreditar nos contos. Digo por eles serem "reflexo" do que gostaríamos que existisse, que fosse.
Voltando ao comentário. Gostei muito de ler sobre as linguagens. Talvez por encontrar nesta ótica uma nova perspectiva amorosa para mim, para a minha história de amor.
Vejo que tenho muito o que aprender, e muito o que perguntar. Devo me formar (clandestinamente e autodidatamente também) em jornalismo amoroso = fazer perguntas, ser repórter no canal do Amor para informar as notícias de meu Bem ao meu coração curioso.
Há divergências que precisam ser "compreendidas".
Compreensão é a chave de solução para quase todos os problemas amorosos.
Devemos entender que, devido a variabilidade na linguagem individual de cada parceiro(a), é preciso ter flexibilidade. E assim, provavelmente, não haverá (tanta) dor.

3 comentários:

K. disse...

Mmm..
Interessante.
(Contunue)....

Leandro Vieira disse...

HAhAUUAHUHAUhAUaHa

K. disse...

Bem, visto que houve uma mudança no post, qual é a primeira pergunta, senhor repórter?