sexta-feira, 16 de abril de 2010

O Conto da Vida - Longevidade

Todo ser humano vive uma conto. E nestes contos as coisas que acontecem são dederminadas por várias causas. Uma delas (e a principal) é Deus, claro. Outra vem do próprio modo de ser do indivíduo. Pois todo indivíduo é protagonista de sua própria história. E todo homem deveria tomar consciência disto antes de cometer qualquer barbaridade. Outra causa são as circunstâncias externas que acometem as pessoas no cotidiano. Seja por motivos climáticos, sociais, de saúde, etc.
Mas um conto é apenas um gênero literário. Existem vários. Como o romance, crônica, poema, poesia, dissertação, por exemplo.
E nesta sequência literária que cada indivíduo vive, pode ser que, devido a súbita entrada da morte em cena aqui ou ali, não viva ele mais que uma pequena crônica poética ou jornalística. Ou talvez realmente a vida lhe seja gentil e dê a cortesia de desfrutar de uma epopéia imensa. Ou um longo romance épico.
Eu, no meu caso, por enquanto vivo um conto. E neste conto ajudo a Deus na construção de cada capítulo que se sucede.
A cada dia um novo sol brilha na cúpula opalina. Uma nuvem diferente sobrevoa minha cabeça. Uma brisa nova paira no ar e acaricia meu rosto.
E nestes novos dias, vou seguindo. Compondo, como disse, junto ao Pai, este pequeno conto já escrito até aqui. Minha pretensão é a grande epopéia, ou romance... Pois ambos são condensadamente belos e extensos: como quero viver... com qualidade e longevidade.

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