terça-feira, 6 de abril de 2010

Fria Brisa


Oh triste ácido poético que corrói as entranhas de meu ser
Néctar de sublime e amargo aroma...
Qual aquela vez... agora novamente:
Esta fragrância conheço Bem:
O cheiro da Rosa Negra que paira sobre o campo dos cinamomos da desolação;
É a pura e obscura emoção no ar!

Ainda há pouco sentia a ferida já cicatrizada palpitar...
O mesmo corte, porém ao lado oposto de meu peito...
No mesmo sentir...
Oh! pequeno Lírio do jardim...
No mesmo campo de outrora...
O campo do Amor!

Oh! não traduzas... Não ouses!
Oh! eu-lírico...
Permaneças assim, como estás
E se fores compreendido como te expões...
Sê bem feito então o teu exame
Pois indizível sentimento se faz presente...
Profundo...
Numa alma que vagueia nas trevas do saber...
Pois esta noite não tem ondas o mar;
E a coroa prateada da cúpula
Não ousa dizer o que vê...
O sentir deste peito palpita
Qual tremor dos montes...
É amor...
Mas é medo...
Titubeias?
"Sim!"
Por causa de quê?
"Só... medo"...

2 comentários:

K. disse...

Amor, lembre-se, a verdadeira forma de sua Zampakutou só se mostra se não tiver medo de liberá-la, se não detê-la. O que sente, não prenda. Se acaso sufocar e asfixiar, sem se dar conta, quando resolveres se entregar, dará de frente com uma parede rude e gelada do sepulcro do seu coração.
Faça como eu: devaneie na sala com a bela companhia do ser amado, se alguém perguntar o que está fazendo... Sorria, você não estará sendo idiota. Só estará se alegrando por saber que em algum lugar alguém pensa em você - com amor - e essa pessoa mal se despediu, porque foi, mas volta. É semples assim.

Leandro Vieira disse...

Minha Zampakutou é mui semelhante a Zangetsu...
"Já vem desperta" na Shikai.
Falta apenas a Bankai...
Mas isto eu já sei como fazer!

Obrigado Amor...






Luto por você!
I Miss you...