quinta-feira, 20 de maio de 2010

Poesia quântica

Acidentando-me no trânsito percebo
Que a vida é frágil e na rua mete medo
E que não importa o quanto nos cuidemos
Sempre haverá um momento em que perdemos:
Seja a vida, a paz, a rotina enfim...
Pois que a vida é frágil e breve...
Frágil e breve qual a vida de jasmim
Mas a Deus devemos preces, em louvor e agradecer
Pois por Ele damos Graças por compor neste viver
Nossas sinas de poemas...
Nossos medos de morrer...
Mas o belo enfeita o feio
E a aritmética da vida segue seu fluxo
Hora somando...
Hora subtraindo...
Hora multiplicando...
Hora dividindo...
É assim...
Mas o amor segue em frente
Sem nexo...
Assim como este texto...
Que se inicia com um objetivo
E termina sem o mesmo
Ao caos estelar da poesia...
Como o caos cósmico dos poemas...
Da arte...
Do jeito de compor-se...
Recompor-se...
E impor-se ao próprio ser!
Olha...
Poesia quântica...

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