quarta-feira, 9 de junho de 2010

Poetantemente

Dos frívolos devaneios dispa-te oh Mim-Mesmo,
E do ócio desenfreado, que te apraz à cândida alma
Sê constante à tua Estrela, à tua sina
E não permitas demover-se-te de teus intentos
Pois se algoz é a tua emoção
E verdugo o teu coração
No Amor maior disciplina-o
E eleva-o a Deus perante tua princesa

2 comentários:

K. disse...

Deus do céu!
De que tanto sofres, óh poeta meu?
Entrego-me a ti para alívio teu.
Mas espera. Eis que chegará a hora
não, não é, infelizmente, agora.
No momento certo, ter-me-á em seus braços
Perto.
E o resto deixe que a sombra da imaginação alheia deite-se sobre as linhas que singelamente aqui se expressam...

Leandro Vieira disse...

Na verdade eu só estava me referindo ao escravismo emocional que "todos" sofremos, mas não deixo de fazer valer a promessa aqui deixada: he he he!!! Veremos!