quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Reflexo Postal

Qual a minha estratégia? Para o quê, especificamente?
Para o inesperado?
Que inesperado, especificamente?
Minha defesa contra problemas inexplicáveis?
Hmmm...
Postagem no mínimo difícil.

Agora quanto à mudança ocorrida em seu interior, e em relação à "nova frieza" dentro do seu coração...
Não! eu não te mandaria para um curso de Matemática só por um "amadurecimento" no jeito de viver e encarar as coisas da vida.
Tampouco a mandaria "embora", pois as coisas não são tão simples assim. Não é o modo como uma pessoa encara a vida que fará a diferença, salvo se ela mudar a forma de "amar", mas não acredito que seja este o seu caso relatado no post.
Você diz que não vai se entregar... mas ao quê, especificamente? Pois você menciona "ceticismo emocional". O que seria isto?
Quanto a não se deixar levar por "delírios sentimentais", só posso dizer que é complicado quando não nos conhecemos o bastante para afirmar se o que sentimos é paixão ou Amor (com A maiúsculo). Você pode me dizer com posse da afirmação sobre o que sente?
Se não sabemos o que sentimos, como poderemos saber o que Deus sente? Pois Deus nos fez a imagem e semelhança de Seu próprio Coração e Intelecto.
Se a dúvida que te aflige o coração é sobre Deus concordar ou não com o que sentes ai dentro, isto é, com certeza, uma questão de meditação profunda com o Pai. E muita oração e devocional.
Mas lembre-se que Ele te fez tal como você é e sempre será. Deus te deu um coração para amar a Ele e, no seu par conjugal encotrá-Lo para consumar o Amor da Criação.
De qualquer modo, a rixa existente aqui é de cunho psíquico-espiritual entre você e Você.
Pois Deus está, em essência, em nosso interior, e não no mundo externo, como muitos ainda pensam.

Eu poderia dar uns pitacos sobre Amor, como, por exemplo, pedir que você se questionasse, por meio da própria razão, se o que sente tem fundamento racional. Melhor dizendo, se o "objeto-alvo" de seus sentimentos possui as virtudes que você considera "fundamentais para um casamento", digamos assim.
Se a resposta for Sim, então você Ama com A, pois justifica-se e pode escolher estar com este "objeto" amado. Mas se a resposta for um Não, ou seja, se não fizer sentido o que sente, e se não for a pessoa ou ente que você almeja para estar junto, então já não há motivos para aflição alguma. Basta tocar a sua vida como está fazendo.

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