sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Caminhada

De todos os pensamentos que já tive
De todas as ideias que vieram à minha mente
De todas as pessoas que admirei...
Hoje me sinto mais aliviado
Menos perdido
Com mais fé
Menos dúvidas
E apesar do sofrimento interior
Dos padecimentos solitários de minh'alma
Independente disso e doutros tipos de sofrer
Sinto-me pleno da Graça de Deus
E ao encontrar parceiros ideais
Para a labuta Apologética que em alguns anos travarei
Fico satisfeito por ter irmãos na fé que partilham de minha sina
Irmãos estes que desde antes de mim já travam batalhas cruciais à Fé verdadeira!
Por isso digo que de todas as ideias ou pensamentos, sentimentos, essas coisas, de tudo o que já vivi, hoje encontrei um caminho seguro a seguir.
A batalha será sempre árdua
Não importam as circunstâncias
Ser Católico é ser guerreiro!
É ser apologista
É lutar, antes de TUDO, consigo próprio
É buscar mostrar nas "obras" o que a nossa Fé professa em cada Santa Missa
E para isso, é necessário lutar contra o império psíquico da soberba intelectual
Alcançando sempre mais e mais humildade
Até se parecer com Cristo
É buscar na sabedoria divina o apego e refúgio
À sombra do Omnipotente se resguardar
Ser Católico é defender, acima de TUDO, a Verdade revelada
E principalmente a Tradição Viva que os apóstolos viveram e ainda vivem (nos Bispos sinceros para com a Igreja)
Gente errada tem em toda e qualquer espécie de instituição humana...
Pecadores somos todos nós
Porém existe uma coisa que não muda e JAMAIS mudará
A Sã Doutrina
A Verdade imutável
A necessidade de ser verdadeiro e, se necessário, DURO com quem estiver em erro!

Sim, defender a Verdade, na maioria das vezes, e principalmente neste mundo moderno (no mal sentido mesmo), é parecer-se "rude, ranzinza, rancoroso, bruto, grosseiro e etc"...
Tudo isso porque o mundo moderno está defendendo um modo de vida meramente "sentimentalizado" por relativismos e facilitarismos relacionais entre as diversidades ideológicas da humanidade.

4 comentários:

K. disse...

Gostei. Só não se esqueça de uma coisa: misericórdia em vez de tanta dureza - e isso não quer dizer conivência, sim uma dose de Cristianismo na nossa tendência de sermos "fariseus" tanto mais aprendemos da Palavra. Na minha mera opinião, foi isso o que faltou no texto. Mas repito: gostei.

Leandro Vieira disse...

K. leia novamente a postagem, e busque analisar que quando eu uso o adjetivo "duro", quero dizer que para quem está pleno da Verdade não se deve se importar com os sentimentos de quem a receberá, pois isso demonstraria o ato de dar uma "colher de chá para o Diabo" (note bem que Cristo repreendia 'SEVERAMENTE' os Fariseus quando pregava sobre hipocrisia religiosa). Em outras palavras, Jesus NUNCA teve atos (visíveis) de misericórdia para com os próprios Fariseus, pois misericórdia consiste em "considerar a fraqueza" INSUPERÁVEL de um ser humano que está BUSCANDO atingir a perfeição. Ou seja, um ateu "militante", por exemplo, está buscando a mentira por pura liberdade e "consciente do próprio caminho". Logo, eu não devo omitir a Verdade se entrar em uma discussão com o mesmo. Pelo contrário, devo repreendê-lo severamente quando me questionar de minha fé, caso perceba "hipocrisia" em suas palavras. Resumindo, devemos "imitar" a Cristo em TUDO, até mesmo nos atos característicamente "severos". Como todos os santos. (Apesar de eu não ser um santo da Igreja, posso ser humilde e reconhecer que apesar da minha miséria intelectual para "compreender" a Cristo, sei bem quando Ele afirma que não devemos TOLERAR erro algum (em sentido pecaminoso mesmo).
Mas continuemos este tema, dá uma boa reflexão sobre a misericórdia de Cristo.

K. disse...

Aaah... Assim, SIM! ;) Por falar em reflexão, já falou com o Leandro a respeito das palestras do Pe. Paulo Ricardo? Hoje mesmo eu ouvi sobre a "Ira Santa", oriunda da vontade de Deus para que a manifestemos contra o pecado; no caso da doença, é quando a manifestamos contra o pecador (Jesus ama o pecador, ele me ama ^^, não me bata! :P). Eu compreendi a "dureza correta" e concordo que é uma severidade absolutamente necessária em se tratando dos "fariseus atuais", mas deve ser bem pensada e cautelosamente executada quando se tratam daqueles pecados "por ignorância"; que nós possamos nos instruir o máximo possível, e humildemente deixarmo-nos consumir como velas para servirmos de instrumentos vivos da Luz de Cristo com palavras e atos - principalmente estes.

Leandro Vieira disse...

É isso aê!
E aqueles que quiserem sair da condição de carvão espiritual, que se aproximem da lareira viva que é a Santa Igreja Católica, com sua sã doutrina e magistério autêntico da teologia dos santos e santas (desde São Paulo e São Pedro até São Padre Pio XII). E ai poderão acender-se novamente, e espalhar, junto das outras "brasas", o calor para os que jazem no frio invernal da inércia religiosa.