quarta-feira, 20 de abril de 2011

Introspecção


De Tudo ao meu Senhor serei atento
Antes, e depois de acordar no mundo onírico
Onde vivem meus monstros e heróis
Batalhar irei contra as intempéries do Destino humano
E nalgum lugar secreto de minh'alma
Onde pernoita a Justiça e a salvação própria
Meu ser correrá tranquilo pelos recantos Lunáticos
Ao deixar-me seguir o rumo certo
Natureza minha
Oh! ramos de Oliveira nas mãos
Sereno olhar por trás das cortinas
Neste palco insano da vigília diária
Pernoito esperando o sono profundo da Noite
No melancólico aguardo da redenção
Confesso...
Senhor, confesso
A Noite é escura para os pecadores
E para mim...
Pobre de mim
Coração partido em minúsculos pedaços
Fragmentos levados como ciscos ao Vento
Poemas de Amor...
Pensamento sonolento de Verdade
Quero-te, oh Aurora de meu Coração!
Pois neste instante manifesto
Fragmentos de mim
Sentimentos expostos
Como um farol focando um intruso
Na masmorra de minha Psique

5 comentários:

Aninha disse...

Olá Leandro!!
Seus pensamentos, poemas... são verdadeiras viagens ao mundo da inteligência... Quem nos dera escrever e nos expressar assim.
Abraços e ótimo final de semana!

Leandro Vieira disse...

Muito agradecido Aninhaaa!
Valeuuuu!
As palavras são as sombras da Alma Humana!!!

K. disse...

Te juro que já vi uma nuvem igualzinha a essa!!!

Leandro Vieira disse...

hmmm?!
Enigma??
AHAHAHAHA...

K. disse...

A nuvem era um coração. SÉRIO! Aquela foi uma época bonita, memorável!