domingo, 23 de janeiro de 2011

Doce Sinal de Amor

Oh! Princesa, quando te vejo...
Meus olhos brilham de esperança,
E meu corpo estremece...
Na expectativa de um Reflexo teu, ao me olhar de volta.
Oh! Musa que a Aurora me trouxe com doce frescor...
Onde repousa o teu Coração?!
Em que pensas dia e noite?!
O que move a tua sina?!
E o que me dizia aquele olhar?
Será que você percebe...
O meu?!
E se percebe, será que o compreende?

Ah!... Se eu pudesse penetrar no império dos teus sonhos...
E se lá eu pudesse voar contigo, partilhando também dos meus devaneios de Amor...
Você compreende o que digo?!
Você percebe?
...Se eu estendesse a minha mão, pegaria?
E será que dançaria comigo uma Valsa? Valsa de puro Amor?!
Tomaria comigo do cálice do fidedigno Amor?
Rezarias comigo por um Altar em nosso iminente futuro?
Por uma parceria eterna, para até o sono mortal nos separar?

Ouviria meus dizeres poéticos, por puro prazer e deleite?
Cantaria, ainda que desafinando-se, uma canção acústica comigo?
Ah! é só o que penso ao lembrar...
Doce face...
Doce olhar...
Como dizer?...
Como não falar?!
O que e como me expressar?!
O que pensar?
Coração...
Oh! triste império dos sentimentos mais profundos.
Aqui meu peito palpita por novas esperanças...
Novos horizontes de Amor!
Novas promessas...
Novas forças...
Resgatando o que se perdeu da humanidade moderna...
O reino de Amor conjugal que ainda é possível!

Meu Amor, sejas tu, ó infinitamente bela Princesa...
E mesmo que não o seja...
Sê ao menos esta Musa que me inspira...
Até que um dia eu desfaleça em sono profundo, apenas aguardando da costela dos meus sonhos ser retirada a minha auxiliar!
Pois no Senhor eu espero...
E te entrego a Ele...
Esperando por um sinal do Céu...
Doce sinal...