segunda-feira, 18 de abril de 2011

Da Verdade

O prazer na Verdade
Sutil diferença no Cristão
Contemplá-la e dela embeber-se:
Isto é que é Vida!
Por isso
Caro amigo,
Não te atrevas a retrucar
Pois com sofismas de isopor
Aquele que não sabe fica a falar!
Eu que vivo pela Igreja
Contemplando nela TUDO
Vejo a Santa Mão de Deus
Que jamais ficou mudo

O Caso do Realengo

Como se não bastasse o trágico e insano episódio do Realengo, parece que já começaram as respostas advindas de mentes que partilham da mesma loucura de Wellington Menezes de Oliveira. Aqui na Universidade (UEPR), por exemplo, um rapaz do primeiro ano do curso de Geografia parece já ter se apresentado como um possível matador terrorista. Os acadêmicos de toda a Universidade enviam e-mails aos milhares para a Ouvidoria, dizendo que não entrarão no recinto a não ser com a presença de seguranças nas salas e nos corredores. Também foi pedido para que as portas dos fundos dos corredores (dos pavilhões) ficassem abertas durante as aulas. Enfim, é uma loucura atrás da outra. Onde está a lógica nisso tudo? Não sei o que é pior. Um indivíduo com problemas psíquicos influenciando (ou despertando quem já é como ele) pessoas a fazerem coisas parecidas com as que o mesmo fez ou a indiferença política à Verdade e à Verdadeira Educação.
O que me chocou foi a incoerência lógica nos argumentos justificativos do próprio Wellington, que disse sobre "covardes, infiéis, inimigos, fracos etc". Ou seja, sua atitude seria um protesto contra os "infiéis". Queria ele, com isto, mostrar que as pessoas que zombavam "dele" no passado, ou que ridicularizavam-no por sua índole introvertida, mereciam a morte (por conta das mãos dos próprios ofendidos e injustiçados). Disse que iria matar para o que, acredito eu, seria uma espécie de vingança em nome de todos que são alvo de chacota e que não conseguem se defender.
O infeliz ainda ousou mencionar Deus em seu insano discurso terrorista. Pedindo para que uma pessoa "santa" fosse ao seu túmulo e rezasse por sua alma, para obter o perdão de Deus. Pior que isto foi ele ter colocado em dúvida se seria ou não salvo após tal atitude. Como pode ele não saber o que Deus faria com o desgraçado sendo que o mesmo afirmou crer na Bíblia Sagrada?
Será que ele era tão louco que não fazia ideia do mandamento "Não Matarás"?!?
Acho muita insanidade para uma pessoa só. No entanto, vendo pelo lado subjetivo, percebe-se a falta de auto-administração interior do indivíduo Wellington. Sua atitude no Realengo só mostrou o quanto ele não era capaz de lidar consigo mesmo diante da sociedade circundante. Não era capaz de suplantar tensões psíquicas advindas de ofensas ou chacotas alheias. Era meramente um "fraco". Pois quantos, eu pergunto, não passaram por crises até piores que as dele e ainda assim conseguiram efetuar feitos grandiosamente heróicos e/ou geniais perante o mundo?!
Nada justifica o fato de ter matado crianças inocentes, que nada tiveram a ver com os problemas ou revoltas existenciais de um louco desequilibrado. E àqueles que partilharem das mesmas ideias de W., eu advirto: o inferno EXISTE!