segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Diário de Bordo

Olá! Hoje gostaria de comentar sobre alguns episódios ocorridos nos últimos dias. Neste final de semana, por exemplo, participei (junto de minha namorada) dum encontro para formação de canto litúrgico da Dioscese. Lá pudemos compreender, finalmente, o que cantar, como cantar, e o que NÃO CANTAR numa Santa Missa!
Olha, é muito difícil, se você quer seguir as coisas certas, encontrar muitas pessoas com ideais semelhantes aos teus. Falo no sentido de você querer seguir a Verdade, e não meramente opiniões próprias.
Neste mundo conturbado, relativista e antropoteísta em que vivemos, até mesmo DENTRO das paróquias podemos encontrar vestígios do mundo paganizado, banalizado, profanado.
Veja o caso da Sagrada Liturgia, por exemplo. Basta uma curta visita a um ensaio de qualquer ministério de canto para perceber do que estou falando.
Cantores, cantoras, violonistas, Tecladistas e etc., não parecem dar a mínima para o que "deve" conter uma música para a santa celebração Eucarística. Escolhem cantos que "agradam" os próprios ouvidos, quando deveriam estar preocupados em agradar aos santos ouvidos de Deus!
A Liturgia, conforme meditamos no encontro (com a Ir. Miriam T. Kolling), é o parâmetro de uma celebração eucarística. É 'através' dela que o culto divino se efetua de modo santo e santificador. Você não tem de criar uma nova liturgia, ou sequer rezar para que o Espírito Santo promova uma música para determinada celebração. A Igreja é muito mais sábia do que se imagina. Ela já meditou a melhor maneira de celebrar (e para isto conta com equipes de sacerdotes e teólogos de alto gabarito)um culto divino.
Quem somos nós para afirmarmos que um canto não litúrgico pode, 'quiçá', tocar mais uma pessoa que um não litúrgico?!
O que toca uma pessoa não é (ou não deveria ser) o sentimentalismo que uma canção pode provocar no espírito. Mas a autenticidade, a fidedignidade e fidelidade ao Evangelho contida na 'Letra'. Isso, SIM, toca!!!
Em suma, aprendemos que a melhor e mais bela missa, e litúrgica, é aquela em que desaparecemos completamente e aparece CRISTO (completamente) - já o dizia o apóstolo, 'que eu diminua, e Ele cresça'.

Bom, falando agora sobre namoro. Estive pensando o quanto é bom encontrar uma pessoa que 'reza'. Sim. Pois quem reza não é enganado, diz a Palavra. Aliás, não tenho como expressar o quanto estou agraciado por Deus. Ele me concedeu namorar uma pessoa maravilhosa. Alguém que busca a santidade - conforme pedi 'especificadamente' em oração.
Nós conversamos o tempo todo, sobre todo tipo de assunto. E o melhor: nossos assuntos são excepcionalmente espirituais. O que poderia ser melhor? Não é a nossa salvação a prioridade neste mundo louco?
Enfim, agora é só deixar Deus agir, conforme nossa entrega a Ele, e que eu consiga atender ao coração de minha amada, de acordo com a Vontade do Pai.