quarta-feira, 28 de março de 2012

Aleinad

Nossa! às vezes me pego pensando no quanto a vida é ampla, inefável, incerta. São tantas coisas para se pensar. Tanto para se sonhar. Muitos planos para se fazer. Mas tudo isso só tem sentido se continuarmos vivendo; no entanto ninguém sabe o dia da morte!
Por isso, é importante ter em mente algumas posições um tanto imutáveis em relação à própria vida. Em primeiro lugar, a Fé. Em segundo, a Esperança. Em terceiro, o Amor (Caritas). Acho que estes três elementos são conhecidos da maioria que está lendo este Post, certo? Aliás, não sou eu quem as proponho, mas São Paulo, o grande Apóstolo.
Bom, voltando às incertezas da vida; como é difícil parar e meditar hoje em dia. São muitas opções cotidiano a fora. Muitas opções e uma única escolha a ser feita. E isso é que mata! Não há escapatória! Uma vez filho do século XXI, você é filho do caricaturado Caos contemporâneo!
Por que menciono o Caos? Simplesmente por termos "nele" nossas maiores problemáticas existenciais! Não há um minuto sequer sem que este bendito nos importune ou cutuque.
Sendo assim, resta-se pouco a fazer, quando a única coisa que você tem é optar por uma única alternativa dentre milhares e milhares. E COMO isso nos causa ansiedade! Eis o mal!
Mas só escrevi este Post porque de repente me veio uma vontade de louvar o Amor que tenho por minha amada. E dizer a ela, por aqui, e indiretamente, que a amo e não vou abrir mão de minha busca em ser Perfeito para com ela. Mesmo que tenha de tropeçar, cair, levantar, tropeçar, cair e levantar de novo... assim o farei, a fim de alcançar a plenitude junto dela!
Comecei escrevendo sobre as balbúrdias do nosso cotidiano caótico para ilustrar que, mesmo em meio a ele, uma lembrança insiste em vir à tona em minha memória e coração: a figura e recordação da mulher amada!
Meu amor, cá despejo sobre ti, a minha ode, meu Amor por teu Ser:

Dos campos silvestres uma Rosa vi
Que em meu peito amante despertou o Amor...
É tão Belo o Ser que vejo por ali:
Rosa perfumada de sublime odor!
Nestes campos verdes eu quero viver
Bem ao lado dela: minha linda flor...
Pois assim foi que para Deus eu pedi
Viver uma vida de sincero Amor!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Complexidades Relacionais - Vislumbres Sociais/Relacionais/Afetivos

Das Faltas e "Pisões na Bola" para com os Outros


Quando falhamos com as pessoas que amamos surgem questões de difícil tratamento, caso se tenha pouco tempo para se pensar a respeito. Em primeiro lugar porque pode ser que haja algum grau de inocência da parte daquele que "pisa na bola" - e, por outro lado, muitos graus de culpa, evidentemente.
No caso em que o culpado possui, ainda que minimamente, certa inocência, se torna complexa uma justificação. Isto se dá pelo teor "imperdoável" que a culpa faz pesar sobre o réu. Pois se doutra forma, não haveria atrito nem acusação.
No caso de um casal de namorados - em que o namorado deixou de ligar para avisar a namorada que o almoço teria de ser adiado em uma ou duas horas - a questão se torna ainda mais elucidativa.
Peguemos este caso como "cobaia" para ilustrar o quanto esta questão é complexa. Em primeiro plano, podemos dizer que ambos, namorado e namorada, participam de uma relação de sentido e sentimentos. Alguns motivos (por estarem lado a lado na vida) se dão pela amizade que os une. Outros, pela capacidade de fazer o outro sentir prazer (em N modalidades) ou ausência de sofrimento. Outro ainda, pelo valor que um demonstra para com o outro em aspectos gerais.
Pegando este último exemplo como ponto de apoio, analisemos por um segundo a questão da fidelidade e permuta nas ações dos casais.
Se a namorada dá uma barra de chocolates para o namorado, isto significa, para ele, que ela gosta muito dele e resolveu gratificá-lo com um doce, ou seja, para lhe dar um certo grau de prazer na vida (gustativamente falando).
Se o namorado, por seu turno, dá flores à namorada numa tarde de sábado, para a namorada, significa que ele é romântico ou que se importa com a manutenção do relacionamento como um todo (mas pode estar tentando alegrá-la por ter-lhe ferido os sentimentos num dia anterior qualquer).
Se nossas ações provam os valores atribuídos por nós às coisas e pessoas, poderíamos dizer, então, que a quantidade de ações agradáveis que um faz pelo outro denotaria o grau de valor e amor entre ambos?
Mas a questão se torna delicada a medida que as "faltas" cometidas são irreversíveis no plano temporal. Somente voltando no tempo seria possível resgatar aquilo que se perdeu com a dita "falta". Ou seja, não há como aprendermos tudo em um mesmo momento. Talvez até demore mais do que imaginamos. Talvez a pessoa amada só significará o que realmente deveria ser evidente que significa desde o princípio de uma relação, ao decorrer do segundo ou terceiro ano de namoro. E isto nos faz pensar sobre como queremos as coisas ao nosso redor.
Se 'pecamos' para com o outro, não basta pedirmos perdão. Temos de 'querer mudar' e fazer melhor, fazer 'certo' da próxima vez [quando esta existe], não é assim?! Pois então, a questão, agora, é decifrar como resgatar o momento perdido de fazer algo que, por segundos, passou pela cabeça, mas que, em segundos de bobeira, vácuo, vazio, se perdeu no passar das horas e minutos...

quarta-feira, 21 de março de 2012

A Ela...



Como gole de água fresca
Numa quente tarde de labuta;
Qual refrigério de um anestésico
Em ferida recém aberta...
Tal como o calor da lareira
Numa noite de inverno...
Assim é o contemplar daquela face serena,
Ao ligar, de meu computador, a Tela!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Para Daniela, Amor do Meu Coração!



Meu amor, aqui vai uma modesta, porém diligente, reflexão-proposta para buscar uma solução ao teu problema (estresse saturado).

Muitas vezes nos preocupamos com coisas que excedem nossa capacidade de absorção, de assimilação, de flexibilidade, enfim, nossa capacidade de suportar determinadas coisas do dia-a-dia. Por isso, uma das alternativas para aqueles que, como tu, padecem num sofrimento excessivo em relação ao estresse diário-familiar-geral, é buscar refletir. Mas não somente refletir, no sentido de pensar contemplativamente a respeito de nosso padecimento presente. Falo aqui de uma "reflexão terapêutica". O que seria isso? Perguntar-me-ias tu. Seria o mesmo que uma atitude de contra-ataque perante o agente causador de nosso Estresse.
Mas como, nos questionaríamos todos nós, uma simples reflexão poderia ajudar a, se não aniquilar o Estresse, pelo menos diminuí-lo? Talvez a resposta esteja na própria questão em si mesma! Pois que o Estresse, como a maioria das pessoas bem o sabe, é desencadeado por um processo denominado "psicossomatização" - a somatória dos ditos "pepinos", um em cima do outro, até que não suportemos mais e expiremos numa crise de sintomas e mais sintomas maléficos, ditos "psicossomáticos".
Bem, uma vez entendido que o Estresse é uma "consequência" e não uma "causa", podemos voltar à questão da reflexão como atitude de contra-ataque ao nosso dito 'vilão' psicológico.
Quando um determinado suporte - como uma mesa, por exemplo - contém muita coisa em cima de si mesmo, este começa então a ceder, arriar, a perder o equilíbrio e, por fim, a desabar. E isto significa que, obviamente, o dito suporte foi extremamente "estressado" pela quantidade excessiva de massa sobre si mesmo. Lembrando que o termo "Estresse" tem, na Etimologia da palavra, o sentido de "tensão". Ou seja, numa situação humana, como é o caso aqui abordado especificamente, quando alguém começa a se estressar demais, é necessário deixar de lado a preocupação, digamos, que causou o determinado estresse, e buscar a [nova] preocupação em resolver esta consequência da primeira - se é que ficou claro.
O Estresse possui, segundo a Psicologia, três estágios antes de entrar no que chamamos: exaustão.
O primeiro estágio chama-se de "Estado de Alerta". É quando o corpo sente que algo mudou no mundo externo e, assim, começa a desenvolver-se, modificar-se, ou seja, a se adaptar à altura desta mudança - a fim de equilibrar-se novamente com o ambiente.
No segundo estágio do Estresse temos o "Estado de Adaptação" - já mencionado acima, quando o corpo e a mente, como um todo, buscam o "equilíbrio" geral à situação nova.
O terceiro, por fim, é o estágio em que, não havendo capacidade adaptativa o suficiente para desfrutar do equilíbrio entre o mundo externo (situações diversas da vida como clima novo, pessoas novas, emprego novo, namorado(a) novo(a) e etc), o corpo começa, então, a etapa de "exaustão" de si próprio.
Agora é o momento de eu alertar a ti, meu amor, e a todos os que assim estiverem. Pois que o estado de exaustão deve ser evitado com a maior preocupação e diligência possíveis. E por que falo isso? Porque é difícil 'sair dele' sem ter de 'recorrer' à medicamentos e terapias muito caras. já pensou(aram), que situação!
Pois bem. A alternativa é refletir muito bem sobre os possíveis pivôs, isto é, causadores dos consequentes estresses diários. Seja problemas familiares. Seja profissionais. Seja relacionais em geral, mas o importante é questionar-se sobre as possibilidades de enfrentar de uma maneira melhor. De uma forma com a qual se possa desfrutar de pleno domínio.
É necessário, antes de tudo, repensar nossos lazeres, nossas formas de buscar alegrias e recreações. Pois que as recreações são importantíssimas para o nosso desenvolvimento psicossocial, espiritual, cultural, emocional e etc.

Aconselho-te, meu amor, Princesa Minha, a buscar, após profundas [orações e] penitências interiores, bem como a consulta a um piedoso religioso santo e íntegro (ah! ao Sacramento da Confissão também, talvez seja até isso!!!) focalizar-se a si própria no que se refere à maneira como tens vivido, reclamado, lutado e interagido com outras pessoas (no geral mesmo).

No que precisar, estarei sempre cá, do teu aconchegante lado, sempre atento ao que te mais urgir, e também para entregar-te, sempre e cada vez mais, pedaços do meu Coração, que sem ti não sobreviveria ao naufrágio em que Adão e Eva nos lançaram com sua soberba: o querer ser como Deus.
Amor, sobretudo, entrego-te a minha vida em parceria, na jornada rumo ao Paraíso...
E encomendo-te a Alma à Santíssima Virgem, Nossa Senhora das Graças, a Quem nunca se ouviu dizer, em parte alguma da Terra, que alguém, precisando deveras de Sua ajuda, foi esquecido e não-atendido!
Fiques na santa Pax Domini, tenhas uma excelente, abençoada e amena noite de sono pela frente. Durma com os anjos do Céu, principalmente teu anjo da guarda pessoal, Santa Teresa D'Ávila, São João da Cruz, São Francisco de Assis, São Tomás de Aquino, Santo Agostinho, Santa Filomena e São Bento!

Proponho-me a mim mesmo, jejuar e abster-me de doces, nesta Quaresma, também, em sentido da tua melhora, recuperação do mal-estar geral e em benefício de tua santa alma feminil, que muito me agrada e cativa.
Saibas que, sem ti, nada eu seria do que, após junho de 2011, estou sendo para Deus até agora!

In corde Iesu et Mariae, semper!

LDForever!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Dai-me, ó Virgem Pura: Fé, Pureza e Bravura!



Ó Virgem das virgens,
Santíssimo e vivo Sacrário da Redenção,
Concedei-me a mim: a Graça de poder lutar

Dai-me, ó Virgem Pura: Fé, Pureza e Bravura!

Pois que da Grande Guerra (ainda) não sou capaz
De, em nome da certeza sobre mim mesmo, uma espada empunhar
Nesta Batalha dos dias sem fim...

Ó Virgem das virgens, ouvi-me e atendei-me...
Pois sozinho não percebo de minh'alma a fraqueza,
E sem ti meu sonho de outrora:

Vencer-me [nEle¹] ao conhecer-me a mim mesmo!

Possível jamais será sem a tua encomenda às mãos Daquele que é, era e sempre o será!

Dai-me, ó Virgem Pura: Fé, Pureza e Bravura!

E ensina-me a espada empunhar,
Nesta luta dos dias sem fim...





1 - Deus

sábado, 10 de março de 2012

Do Último Post - Esclarecimento Crítico

Em vista do último post - bem como do primeiro comentário nele postado - achei interessante fazer aqui um breve comentário a respeito da subjetividade humana, que é, muitas vezes, sobreposta à objetividade inerente aos fatos, quando se faz comentários sobre argumentos a respeito dos mesmos.
O que eu quero dizer com isto? Que muitas vezes, ao ler postagens críticas sobre determinado assunto [como no caso da minha advertência contra a Internet e suas possíveis más-consequências sociais], muitas pessoas vão mais pelo lado subjetivo, ou seja, discutem o assunto a partir da primeira "impressão sentimental" que lhes foi gerada, e não das ideias discutidas na argumentação postada.
Em seguida, caso estas pessoas tenham alguma relação (próxima ou distante) com o autor(a) dos argumentos criticados, bem como das doutrinas ou linhas doutrinárias com as quais foi discutido tal e determinado assunto, passam a comentar de outros assuntos que não os especificamente abordados pela crítica focada! E isto é absurdo!
Não se deve confundir as coisas. É preciso abordar do assunto apenas o essencial, e não inserir críticas pessoais concernentes à conduta, maneira de ser, forma de agir e etc. O que resultaria num OUTRO debate crítico!
Fica, aqui, a observação de minha parte. Vamos por etapas. Primeiro, vamos nos conscientizar a respeito da geração futura. Sobre a "galera" que vem por aí. Do mundo novo, gerado pelos internautas e suas características "desapegadas".

PS: Aliás, este meu Post sobre a Internet e seus perigos me veio quando assisti a um documentário do Canal Futura a respeito do mesmo assunto. E que isto esclareça, em definitivo, donde provém tal crítica. Pois que o próprio Futura fez menção dos artigos críticos cá mencionados.

domingo, 4 de março de 2012

Cuidado com a Nova Era Virtual!

Caros amigos [e virtuais] leitores, quero muito encarecidamente pedir-vos que não vos distraí quanto às influências da Internet. Prestai mais atenção às impressões que esta vos tem causado sobre a alma e buscai analisar, com maior cuidado, sobre o que está acontecendo ultimamente com o Mundo [e todos nós e vós], e como este tem mudado bruscamente - por 'culpa' do Universo criado na/pela Internet -, pois que normal não é tamanha mudança no fluxo evolutivo da civilização global!
Observai assim vossas próprias vidas, e contemplai com aguçada diligência sobre as coisas que aqui menciono.
É como o próprio site Parafernálha.com.br diz

"Quem nasceu na década de 80 com certeza ainda mantem muito vivas as lembranças do início dos anos 2000. De lá pra cá, tanta coisa mudou que se um indivíduo dormisse de 2000 até 2011, provavelmente acordaria se sentindo um homem das cavernas".

Para quem ainda não entendeu, estou a falar dum Mundo Novo, negativamente moderno (Nova Era). Sem Alma, sem Amor, sem Humanidade! E, assim, sinto dizer que, doravante, viveremos o verdadeiro Caos Espiritual. E não adiantará buscarmos um otimismo sem fundamento; seria o mesmo que não buscá-lo. A verdade é que os fatos estão aí para provar o que é dito cá. Pois o Mundo está prestes a, definitivamente, ruir espiritualmente. E a ruína do Espírito, como nós cristãos bem sabemos, seria a ruína do próprio Homem como tal. Por isso, não podemos permitir, como soldados de Cristo, que as pessoas percam a sensibilidade sobre tais coisas!
"Ide e evangelizai a toda criatura!" Eis o nosso mandato! Eis nossa missão! Caso contrário, não seremos verdadeiros servos, mas meros papagaios de doutrina.

Irmãos [e irmãs] leitores, vós que ainda preservais a dignidade cristã, o Amor a Deus e ao próximo, lutai comigo pela Vida! Pelo Amor, pela Justiça e pela Verdade! Não permitamos que a Mentira domine a realidade com o Caos do Espírito que o Mundo Virtual visa implantar por plenitude!

A Internet, como sabemos, é um Universo de pluri-possibilidades virtuais. No entanto, se não há, por parte do(a) Internauta, verdade [e real necessidade] nos intuitos de sua utilização, não se alcança nada além de Vazio! E é por isso que precisamos ter esta consciência urgentemente!