sexta-feira, 23 de novembro de 2012


Por uma ligação à minha princesa

Hoje percebi que, se tu não me ligas, sinto a necessidade automática de ligar para ti. E isto serve de prova, para mim mesmo, do quanto é preciosa cada ligação telefônica [mesmo se um simples toquinho apenas] entre nós.
Meu amor, quando, tentando convencer-te da nossa reciprocidade telefônica, digo que se tu não ligas para mim eu ligo para ti, estou dizendo não mais que a verdade presente em meu coração. E, como dito, hoje realmente percebi [contente, surpreso comigo mesmo e satisfeito] que aquelas palavras não foram em vão [ou: da boca para fora]! Pois realmente senti-me vazio hoje à tarde ao tomar em punho meu celular e, desta vez possuindo os benditos "créditos", lembrar-me de que tu não estarias com o teu "comunicador" disponível neste período. 
Oh! céus! que lástima e, ao mesmo tempo, que iluminação sobre a importância da nossa comunicação amorosa por telefone! Uma coisinha assim, tão simples, tão sutil, tão casual e ordinariamente afetiva, mas, sobretudo, tão repercussiva em si mesma - ao menos para nós.

Meu amor, minha companheira de naufrágio [nesta costa naufragada em Pecado], é com essas ditas palavras que te lembro: me importo muito contigo. E é com tais apontamentos cotidianos, ainda que singelos, que levanto a bandeira do nosso amor, para assim celebrarmos juntos a alegria de navegarmos por um mesmo destino. Rumo ao Céu mais alto! 
Pois saibas: sem ti meu universo é reduzido ao nada. E que contigo meu mundo é tudo do que mais quero para ser feliz.

In corde Iesu et Mariae semper: amém!


De seu amado, Leandro Vieira.

Paranavaí, 22 de novembro de 2012.

Nenhum comentário: