segunda-feira, 11 de março de 2013

Daniela


[Meu Amor...]

Ao mirar tua fotografia
Nesta tela de computador
Minha alma logo se arrepia
Pois me lembro bem do teu calor!

E me lembro bem da tua face
E do teu olhar que me ilumina
Como se uma estrela cintilasse
No teu rosto que só me fascina!

É tão bom lembrar de ti assim,
Quando triste ou muito estressado
Quando na fadiga de um momento
Em que estou muito ocupado.

É por isso que tua imagem brilha
Como em meus olhos brilha a Lua
Dentro do Oceano do meu peito
Tal como o ladrilho pela rua!


Meu amor, te amo e assim o será para todo sempre!

In corde Iesu et Mariae semper!

Salve Maria!







Dani = Amor Eterno de Minha Existência


De vez em quando, ao pensar um pouco sobre a vida, de repente nos deparamos com fatos que mudam radicalmente nosso estado de humor. E que fato é este, para um homem, senão o de lembrar-se, principalmente nos momentos mais insossos ou tediosos, de que uma parceira lhe fora dada por Deus!

Sim. Uma parceira, uma auxiliar, uma Mulher para ser amada e dela colher Amor! Pois de tudo o que podemos desfrutar nesta vida, o Amor é a substância que nos move e que mais nos toca a alma e o espírito. Por isso dele se compraz jubilosamente nossa existência, ao tomar nota de que sem o mesmo jamais seria possível a Felicidade plena. E que Amor melhor seria senão o Amor que o próprio Deus se nos coloca diante dos olhos? Que Amor mais perfeito senão aquele em que nossas orações encontram a resposta e a tradução do SIM divino?!
Pois é. Assim me deparo com a alegria de me lembrar dela. A minha musa. Minha linda e serena princesa, divinamente trazida aos cuidados de minha virilidade congênita!

Meu amor é assim: um lago cristalino, porém profundo como o céu noturno. Refrata as estrelas tal como o espelho mais límpido, pois assim me são seus olhos: pueris na malícia, porém mestres em analisar as entranhas da psique humana.
Meu amor é como um oráculo de presença mística; donde provém toda a minha esperança de bem trilhar os caminhos de Deus. Por isso, com ela, pretendo alcançar o fim dos meus dias, aquele sono profundo da espera escatológica.

L.