terça-feira, 14 de maio de 2013

Sete Meses Faltando...

Às margens de um lago me sento,
O horizonte infinito contemplando
E, em recordação, tua serena face trago
Pra alegrar meu interno Recanto...

Pois do Mel, em meus lábios, o doce tu és;
A fragrância que minha inspiração acaricia
Co's melhores odores das Rosas
És tão bela, és tão pura, és formosa:
Daniela és meu Anjo, és Irmã, és minha Noiva!

Qual criança em meus braços te embalo
Pro calor de meu corpo te dar
E assim dia-a-dia mais velhos...
Até a Morte um dia iremos...
Renovando esse nosso Amor!




segunda-feira, 13 de maio de 2013


Para se obter algo é preciso das algo em troca

Por trás da constituição ontológica deste mundo parece haver uma espécie de lei imutável, sendo seu princípio, aproximadamente, o de que para se obter algo é preciso sacrificar algo. Mas não falo apenas das coisas que envolvem o ser humano. Quero dizer também a respeito de TUDO o que existe neste mundo. Desde as formas microscópicas de vida até à colossal grandeza cósmica do Universo, suas galáxias e seus astros.

Vejamos alguns exemplos gerais. Se disponho duma folha de papel em branco e preciso anotar nela algumas informações importantes, logo terei de sacrificá-la [sua brancura] se quiser alcançar o meu objetivo informacional. Mas antes de pensar no sacrifício da "brancura" [pela tinta no papel], talvez fosse mais profundo retrocedermos às árvores que antes foram sacrificadas para a obtenção da folha de papel, e assim por diante. 
Ora, isto não foi um sacrifício em prol de algo?

Outro exemplo. Se possuo um corpo mais gordo ou magro que o recomendável para minha estatura, acaso não terei de sacrificar tempo, gostos alimentares e, sobretudo, dinheiro para obtenção da "forma" adequada a mim? 
Ou seja, minha perfeita forma física estará, de acordo com este raciocínio, subordinada ao nível de sacrifício com que me dispuser a buscá-la; assim, sacrificando meu tempo, "guloseimas" e dinheiro, obterei melhor forma física e saúde. Sacrificando árvores e a brancura das folhas, obterei 'N' tipos de informação impressa - é claro que o papel não precisa ser a única forma de sacrifício para fixarmos informações verbais ou imagéticas na matéria.

Estenda este raciocínio para quaisquer instâncias da vida, e verás que se aplica com profundo valor analógico!


quinta-feira, 9 de maio de 2013



CIENTOLATRIA MATERIALISTA OU: COMO DESAPRENDER A VERDADE ÓBVIA

Talvez o maior "problema" científico atual seja a delimitação absoluta dos fenômenos analisados.
Eis o que nos causa tanta dor de cabeça e tanta controvérsia quando muitos focam, ao mesmo tempo e em perspectivas diferentes, um mesmo objeto ou assunto em questão.
Parece mesmo que este problema não passa de um resultado do (progressivo) desprestígio acadêmico por Deus, desde o Iluminismo até o Pós-Modernismo em que nos encontramos; ou seja, após a queda da Metafísica, enquanto instância de valor nas discussões universitárias, o 'inefável' (e suas interessantíssimas implicações racionais) perdeu seu atrativo e imprescindibilidade tais como era tratado na Academia de 'antes' - quando falar em Deus era tão nobre quanto hoje é desprezível[!]
Em outras palavras: uma vez seduzido, influenciado e absorvido completamente pelo discurso das Ciências Exatas (desde sua ascendência e instalação histórica no Mundo), o Acadêmico de hoje, independente da área de concentração a qual pertença (Exatas ou Humanas), preza somente pelo discurso matematicamente exato, materialista, cético e anti-metafísico; isto é, visa pura e simplesmente o caráter 'fenomenológico' (visível, palpável etc.) das coisas. E o pior de tudo é que, agindo assim, ele crê estar exercendo a verdadeira 'crítica' em detrimento da erroneamente denominada Idade das Trevas! 
Oh! Céus!
É uma crise sem precedentes na História do Homem... (Ah! e da "mulher", para as Feministas de plantão[!])

Leandro Vieira