quinta-feira, 9 de maio de 2013



CIENTOLATRIA MATERIALISTA OU: COMO DESAPRENDER A VERDADE ÓBVIA

Talvez o maior "problema" científico atual seja a delimitação absoluta dos fenômenos analisados.
Eis o que nos causa tanta dor de cabeça e tanta controvérsia quando muitos focam, ao mesmo tempo e em perspectivas diferentes, um mesmo objeto ou assunto em questão.
Parece mesmo que este problema não passa de um resultado do (progressivo) desprestígio acadêmico por Deus, desde o Iluminismo até o Pós-Modernismo em que nos encontramos; ou seja, após a queda da Metafísica, enquanto instância de valor nas discussões universitárias, o 'inefável' (e suas interessantíssimas implicações racionais) perdeu seu atrativo e imprescindibilidade tais como era tratado na Academia de 'antes' - quando falar em Deus era tão nobre quanto hoje é desprezível[!]
Em outras palavras: uma vez seduzido, influenciado e absorvido completamente pelo discurso das Ciências Exatas (desde sua ascendência e instalação histórica no Mundo), o Acadêmico de hoje, independente da área de concentração a qual pertença (Exatas ou Humanas), preza somente pelo discurso matematicamente exato, materialista, cético e anti-metafísico; isto é, visa pura e simplesmente o caráter 'fenomenológico' (visível, palpável etc.) das coisas. E o pior de tudo é que, agindo assim, ele crê estar exercendo a verdadeira 'crítica' em detrimento da erroneamente denominada Idade das Trevas! 
Oh! Céus!
É uma crise sem precedentes na História do Homem... (Ah! e da "mulher", para as Feministas de plantão[!])

Leandro Vieira
 


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